Indiana Jones: As Melhores Curiosidades da franquia

Um dos mais populares personagens do cinema mundial e, principalmente, americano, Indiana Jones se tornou um ícone de aventura e coragem. Sua primeira aparição foi em 1981, no longa-metragem Indiana Jones e Os Caçadores da Arca Perdida dirigido por George Lucas e Steven Spielberg. Porém o personagem é bem mais antigo como veremos logo mais na enorme lista de curiosidades que o Minha Série Favorita criou para vocês! O foco aqui será a primeira trilogia da série, afinal, a saga em si rende até hoje. Mas, quem sabe, faremos mais uma matéria posteriormente… Vamos deixar de enrolação e ir logo ao que interessa?

As Melhores Curiosidades de Indiana Jones

  • O 007 de Spielberg. Foi assim que George Lucas se referiu ao futuro personagem quando sugeriu a criação de uma franquia própria, depois que viu seu amigo incomodado pelo fato de ter sido cortado da direção do filme 007 Contra O Foguete da Morte.
  • Que a história é uma criação conjunta de Spielberg e Lucas, todos nós já sabemos, mas você sabia que um terceiro diretor ajudou bastante na criação do roteiro? Foi Philip Kaufman que deu a George Lucas a ideia de criar uma trama que falasse sobre nazismo, ocultismo e a Arca da Aliança. George gostou tanto da ideia que levou pra frente e Philip recebeu uma menção nos créditos de Os Caçadores da Arca Perdida.
  • O personagem começou a ser idealizado em 1973, por George Lucas. Na época, ele se chamava Indiana Smith! Foi Spielberg quem sugeriu trocar o sobrenome por Jones, que, na opinião dele, soaria melhor.
  • Você já ouviu falar em As Sete Cidades de Cibola? Esse é o nome de uma das histórias do Tio Patinhas, narrada em 1954 e ela serviu de base para a icônica abertura da franquia, onde Jones invade um templo, rouba um ídolo e foge de uma pedra gigante. Embora seja inusitado, é fato de que o enredo de Indiana Jones se inspirou bastante no clássico personagem da Disney.

  • O Templo da Perdição foi o filme responsável por criar a classificação PG-13 nos EUA (aqui seria maiores de 12 anos). Isso porque o longa era considerado muito assustador e violento para crianças, mas não o suficiente para um NC-17 (nosso maiores de 18).
  • Em “A Última Cruzada”, descobrimos que o personagem pegou o apelido de “Indiana” do cão da família. Mas você sabia que esse cachorro realmente existiu e pertenceu a Lucas? Ele era um malamute do Alasca que, além de tudo, inspirou também o visual do Chewbacca em Star Wars! Esse cachorro tem mais representatividade no cinema que muitos de nós jamais teremos.
  • A música tema da franquia que tanto conhecemos e amamos foi uma composição de John Williams, que recebeu o pedido direto de Steven Spielberg. Mas na realidade a canção não foi a primeira a ser desenvolvida, tecnicamente. Williams entregou ao diretor duas canções, ambas grandiosas, dignas de um herói, mas Spielberg não conseguiu se decidir entre elas. Foi então que tiveram a ideia de uni-las, gerando, assim, uma das músicas mais icônicas do cinema.
  • Hoje em dia, quando pensamos em Indiana Jones, é impossível imaginar outra pessoa nesse papel que não seja Harrison Ford, mas o ator não era a primeira opção dos diretores. No começo, Steven Spielberg e George Lucas queriam que Tom Selleck interpretasse o personagem. Um dos motivos para esse desejo não se realizar foi que, na época, o interprete estava muito ocupado gravando a série Magnum e recusou o papel por falta de tempo.

  • Mas Selleck não foi a única opção que veio antes de Ford, uma grande lista de atores passou na frente: Nick Nolte, Steve Martin, Billy Murray e Chevy Chase são alguns exemplos. O motivo de Ford ter demorado tanto para ser contatado foi porque Lucas já havia trabalhado com ele em Star Wars e American Graffiti.
  • Referências, muitas referências! Existe uma bem clara a Star Wars na lataria do avião que Indy usa para escapar do templo no primeiro filme. Lá está escrito “OB-CPO”, uma junção do nome de dois dos personagens mais querido da franquia interestelar, Obi-Wan e C-3PO. Outra referencia pode ser vista enquanto Indiana Jones escava a Arca da Aliança, quando podemos ver R2-D2 e C-3PO entre os hieroglifos. Além disso tudo, também podemos ouvir o som da Millennium Falcon em O Templo da Perdição e existe uma boate com o nome “Clube Obi Wan”.
  • Spielberg não ficou satisfeito com a enorme quantidade de animais rastejantes que foram levadas até o set, cerca de 3 mil. Ele acabou enchendo o chão com outros répteis de borracha e pedaços de roupas rasgadas.
  • Outro fato interessante é que, na versão não editada, é possível ver placas de vidro que protegem os atores do veneno dos animais que foram levados até o estúdio.

  • E boa parte do elenco e equipe que participou de Os Caçadores da Arca Perdida tiveram infecção alimentar durante as filmagens. Na verdade o único que escapou do incidente foi Steven Spielberg, pois ele só comia enlatados vindos da Inglaterra.
  • Os atores não comeram cérebro de macaco na produção, a iguaria servida no banquete do palácio de Templo da Perdição era uma mistura de creme, ovos e molho de framboesa. Nenhum macaco foi ferido durante as gravações.
  • Entretanto, os uniformes nazistas que aparecem nas gravações são reais. Eles foram adquiridos direto da Alemanha. E caso você não saiba, Spielberg é Judeu, ele pediu para que todos no set cruzassem os dedos nas costas sempre que fizerem a saudação nazista.
  • A Arca Perdida se passa em 1936, ou seja, depois de Templo da Perdição, que acontece em 1935.
  • Harrison Ford sofreu bastante com as produções. Ele teve três ligamentos rompidos no joelho, quebrou duas costelas e teve um deslocamento de disco. Profissão perigosa amigos, muito perigosa.
  • Uma curiosidade extra para você que mora ou vai visitar Washington DC: O chapéu, casaco e chicote do personagem estão expostos no Museu Smithsonian.

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Júlia Campos

Oficialmente, estudante de design e técnica de informática. Nas horas vagas, ilustradora, modelo e escritora. Sou apaixonada por jogos, gamedesign e cultura oriental no geral, as vezes até pareço ser uma Geek assumida. Fã da autora Maggie Stiefvater e amante de séries de suspense, mistério e terror (as vezes arriscando um romancezinho).