Carrie, a Estranha: As Melhores Curiosidades

8 de agosto de 1977, esse foi o ano em que o primeiro longa-metragem inspirado em uma obra de Stephen King foi para as salas de cinema. Carrie, a Estranha, recebeu inúmeras críticas positivas e se tornou um ícone dos filmes de terror. Além da primeira adaptação, outras três foram produzidas, a mais recente lançada como um remake no ano de 2013. Dirigido por Brian De Palma, o filme foi tão bem produzido que encantou completamente o criador da história. King chegou a dizer, certa vez, que preferia o final da adaptação ao final de seu próprio livro.

Estrelado por Sissy Spacek, o filme conta a história de Carry White, uma jovem que mora quase que completamente isolada com sua mãe, Margareth. Ela tem sérias dificuldades para fazer amizades por conta disso, sendo completamente zoada pelos seus colegas de classe. Certa vez, Carrie viu sangue no chão enquanto estava tomando banho e começou a agir como se estivesse morrendo quando, na verdade, estava apenas tendo sua primeira menstruação. Depois da protagonista ser completamente ridicularizada, uma das suas bullies chamada Sue acaba se arrependendo e pede para seu namorado, Tommy, convidar Carrie para ir ao baile. No entanto, uma outra aluna chamada Chris acaba preparando uma armadilha para a jovem, sem saber de todos os poderes paranormais que ela carregava.

Hoje trouxemos para vocês alguns fatos interessantes que aconteceram nos bastidores da produção. Confira logo abaixo a nossa lista de melhores curiosidades!

As Melhores Curiosidades Sobre Carrie, a Estranha

  • Carrie, a Estranha foi o primeiro livro de Stephen King com o gênero terror publicado. Ele foi lançado em 1974 e, até os dias de hoje, ainda é considerado um clássico do estilo. Além disso, ele também foi o primeiro a ser adaptado para o cinema.
  • Ironicamente, o criador da obra não gostou de sua própria criação. Ele jogou os manuscritos no livro fora e quem recuperou-os foi sua esposa na época. Ela convenceu seu marido a enviar o livro para um editor, que acabou publicando-o.
  • A inspiração de King para a protagonista veio de duas alunas extremamente religiosas que estudaram com ele quando era mais novo. Já a mãe de Carrie foi inspirada em uma mulher que frequentava a lavanderia que ele trabalhava na época.
  • Stephen King vendeu os direitos da história por apenas 2.500 dólares.

  • O filme está cheio de quase membros de Guerra nas Estrelas. Amy Irving, que dá vida a Sue, por muito pouco não foi escalada para dar vida a Princesa Leia na trama. Outro que também não ficou de fora das audições de Star Wars foi William Katt, que tentou o papel de Luke Skywalker.
  • Sissy Spacek, atriz que interpretou a protagonista, Carrie, decorou todo o seu camarim com ícones religiosos e leu a bíblia ilustrada de Gustave Doré. Ela estava estudando a posição das pessoas que foram perseguidas ou torturadas para poder inserir isso em sua atuação. Todas as cenas em que Carrie aparecia começavam e terminavam em uma dessas posições.
  • O longa foi o primeiro filme em que o diretor Brian De Palma e a atriz Nancy Allen trabalharam juntos. Desde então, houveram mais quatro obras: Terapia de Doidos (1980), Vestida para Matar (1989) e Um Tiro na Noite (1981).  A proposito, eles se casaram algum tempo depois.
  • O nome da escola de Carrie, Bates High, é uma referencia ao personagem Norman Bates, do filme Psicose, lançado em 1960.

  • A ideia da cena final, gravada no cemitério onde Carrie é enterrada, veio da própria Sissy.
  • Durante as filmagens, Sissy teve que dormir com as roupas sujas de sangue falso por três dias, para garantir uma boa fluidez nas cenas filmadas. Isso porque o momento do baile levou vários dias para ser finalizado. Por falar nisso, sempre haviam sérios problemas com o sangue que estava sobre a protagonista, uma vez que ele secava por causa do calor das luzes. A equipe de produção teve que ficar, constantemente, molhando a atriz com uma mangueira para que a consistência do fluido ficasse correta.
  • Um acidente acabou acontecendo durante as gravações: A cena em que P. J. Soles tem sua personagem morta por uma mangueira de incêndio, causou sérios problemas para a atriz. A pressão da água não a deixou inconsciente nem anda do tipo, porem machucou os seus tímpanos. Ela ficou vários meses sem ouvir bem depois disso, mas, felizmente, se recuperou.

E agora, algumas últimas curiosidades das outras adaptações…

  • A adaptação de 2002 foi pensada para ser o episódio piloto de uma série de TV. Nessa versão, Carrie iria se mudar para a Flórida, para ajudar algumas outras pessoas que tinham problemas com a telecinese. É por esse motivo que ela é resgatada no final do telefilme e não morre como na versão original. Bom, a ideia não deu muito certo e acabou sendo abandonada.
  • No remake de 2013, Lindsay Lohan quase foi a interprete de Carrie. A ideia veio do próprio Stephen King e foi completamente apoiada por Sissy, no entanto, o papel acabou ficando com Chloe Grace Moretz.
  • Outra atriz que poderia ter ficado com o papel se quisesse foi Shailene Woodley, que o recusou.

Já assistiu alguma das versões de Carrie, a Estranha? Deixe sua opinião nos comentários abaixo!

Júlia Campos

Oficialmente, estudante de design e técnica de informática. Nas horas vagas, ilustradora, modelo e escritora. Sou apaixonada por jogos, gamedesign e cultura oriental no geral, as vezes até pareço ser uma Geek assumida. Fã da autora Maggie Stiefvater e amante de séries de suspense, mistério e terror (as vezes arriscando um romancezinho).