O Cemitério Maldito: As Melhores Curiosidades

Lançado em 21 de abril de 1989, O Cemitério Maldito é mais uma das adaptações dos clássicos escritos pelo rei da literatura de terror Stephen King. Se trata de um longa-metragem de mais de 1 hora e 40 minutos dirigido por Mary Lambert e com produção de Richard P. Rubinstein. O roteiro foi escrito pelo próprio Stephen King, o que garante que a adaptação não saiu muito do que podemos ler na obra literária.

O enredo gira em torno da família Creed que se muda para uma nova casa nos arredores de Chicago. No entanto, o que ninguém esperava era que a casa tivesse um antigo e misterioso lugar, conhecido como Samitério das Mascotes. Embora os vizinhos relutem em falar sobre o que acontece lá, aos poucos os Creeds acabam descobrindo por si só e, quando o gato da família morre atropelado, eles acabam enterrando-o em um cemitério indígena que tem o estranho poder de ressuscitar o que for deixado sob aquela terra. Infelizmente, os Creeds vão preferir a morte a lidar com as consequências desse ato. Outro detalhe interessante é que o filme tem uma continuação, lançada em 1992.

A produção foi extremamente elogiada pela crítica e agora, 30 anos depois, a Paramount Pictures anunciou o remake do longa-metragem, que já tem o primeiro trailer disponível! Pensando nisso, separamos as melhores curiosidades da primeira versão do filme. Ao fim da postagem, confira o que nos espera em abril de 2019!

As Melhores Curiosidades Sobre O Cemitério Maldito (1989)

  • Como já relatado anteriormente, Stephen King foi o roteirista encarregado da produção. Ao entregar sua parte do projeto, ele deixou bem claro uma coisa: Eles não deveriam mudar absolutamente nada do que ele escreveu e o longa deveria ser filmado no estado norte-americano de Maine, onde ele vivia.
  • E por falar em King, ele apareceu durante o filme! Sendo mais precisa, ele foi o padre que estava presente na cena do funeral.
  • Miko Hughs tinha apenas três anos quando começaram as filmagens, essa foi a primeira participação do ator nas telonas.
  • Sete gatos foram usados para fazer o gato Church, sendo que cada um deles foi treinado para fazer uma ação específica na frente da câmera.

  • Em cenas como as voltas de Gage do cemitério, era usado um boneco idêntico a ele, que foi desenvolvido apenas para isso.
  • A personagem Zelda, irmã de Rachel, que se destaca pelo seu físico extremamente magro e cadavérico, foi, na verdade, interpretada por Andrew Hubatsek. Isso mesmo, você não está lendo ou interpretando errado, Zelda era um homem na verdade. Isso aconteceu porque não conseguiram encontrar uma mulher magra o bastante para dar vida a personagem.
  • Há várias referências a banda favorita de King durante o longa. O motorista que atropela Gage Creed estava ouvindo “Sheena is a Punk Rocker”, de Ramones. E, no livro, é citado que Louis Creed se hospeda em um hotel chamado Dee Dee Ramone. Em resposta, existe uma música da banda chamada Pet Sematary.
  • Na casa dos pais de Rachel existe uma fotografia de um menino que está usando a mesma roupa que Gage Creed usa no final.

  • Existe uma pequena diferença no fim que Missy Dandrige no livro e no cinema. Enquanto ela morre no longa-metragem, na obra original continua viva.
  • Para finalizar, certa vez, o autor do livro disse que esse foi o único livro que ele escreveu e que realmente o assustou. A proposito, ele disse que teve a ideia para a história depois que viu muitos animais serem atropelados perto de sua casa. As famílias sempre faziam um funeral para os bichinhos e os enterravam em uma espécie de cemitério de animais. Aliais, King já enterrou um gato lá, que foi atropelado também. Talvez esse seja o bichano de sua filha, Smucky, uma vez que ele morreu da mesma forma. E falando em Smucky, existe uma lápide no cemitério na qual está escrito “Gato Smucky, ele era obediente”.

O vídeo abaixo, é o novo Trailer de Cemitério Maldito, com data de estreia para 2019, confira!

Gostou de saber um pouco mais sobre as adaptações da obra de Stephen King? Deixe sua opinião nos comentários!

Júlia Campos

Oficialmente, estudante de design e técnica de informática. Nas horas vagas, ilustradora, modelo e escritora. Sou apaixonada por jogos, gamedesign e cultura oriental no geral, as vezes até pareço ser uma Geek assumida. Fã da autora Maggie Stiefvater e amante de séries de suspense, mistério e terror (as vezes arriscando um romancezinho).