A Bruxa: As Melhores Curiosidades

3 março de 2016, essa foi a data do lançamento de um dos filmes de terror mais queridos dos últimos anos. A Bruxa é classificado, por muitos, como um filme apavorante, tenso e inesquecível. Completamente diferente do que estamos acostumados a ver nos últimos anos, o longa acabou gerando muito alvoroço logo após a sua estreia. Alguns ficaram desapontados por não ter os famosos jumpscare, outros amaram o fato de terem mais um filme focado na ambientação e com roteiro profundo. Opiniões vão e outras vem, hoje, em 2018, o longa já é considerado um dos mais bem feitos no gênero, ao menos, nessa década.

O orçamento do filme foi extremamente baixo para os padrões hollywoodanos, sendo apenas 4 milhões de dólares. No entanto, sua bilheteria decepcionou um pouco, arrecadando 40 milhões de dólares em todo o mundo… Esse é um belo exemplo de que nem sempre bilheteria diz tudo. Mas, vamos parar de enrolação e ir direto onde importa,

As Melhores Curiosidades Sobre A Bruxa

  • O filme se passa em 1630 e se baseia na primeira histeria e caça as bruxas que aconteceu nas Américas. O lugar é claro, a Nova Inglaterra colonial, e a data definida pela equipe de produção torna os eventos desse filme localizados apenas 62 anos antes do episódio histórico conhecido como “Caça as Bruxas de Salém”.
  • “A Bruxa me assustou pra caramba. É um filme real, tenso e instigante (…)” Essas foram as palavras que o rei da literatura do terror, Stephen King, usou para descrever o longa em seu twitter, em 15 de fevereiro de 2016.
  • Quando o assunto é filmes de terror, quase sempre a mesma pergunta acaba chegando na mídia em algum momento: “Aconteceram eventos paranormais durante as filmagens?” Para essa questão, Robert Eggers, diretor do longa, afirmou que nada de estranho aconteceu durante as gravações do filme.

  • Black Phillip, o bode preto de grandes chifres que rouba a cena durante o longa, na verdade se chama Charlie. Ele não foi criado digitalmente, ou é um animal qualquer, Charlie vive tranquilamente em uma fazenda não muito longe de onde o filme foi gravado. O motivo de sua escolha foi justamente suas características peculiares.
  • Continuando a falar sobre Charlie, ele ficou conhecido no set como um “do contra”. Se você queria que ele fizesse uma cena agitada, ele preferia ir dormir, já se precisasse de uma cena em que ele não deveria se mover, ele começava a correr como um louco. Seu temperamento difícil atingiu até mesmo Ralph Ineson, o ator que deu vida a William, patriarca da família. No quarto dia de filmagens Charlie bateu forte com um de seus chifres nas costelas de Ineson, que acabou com um dos seus tendões machucados. “Ele era horrível! Realmente horrível! Desde o primeiro momento em que nossos olhares se cruzaram, houve uma espécie de ódio à primeira vista. Ele tinha dois estados: calmo, sem fazer nada ou me atacando.” Isso foi o que Ralph falou em entrevista ao Hollywood Reporter.

  • Já para Anna Kilch, treinadora de animais que ajudou a escolher Charlie para o papel de Back Phillip, ele foi brilhante! “Foi uma filmagem difícil, mas ele conseguiu fazê-la muito bem algumas vezes e nós estávamos felizes com seu desempenho. Ele era a estrela do show, por isso nós acabamos o usando muito. Talvez seja por isso que eles tenham o achado tão difícil. Mas não, ele foi fantástico.” E, na verdade, muitas das cenas do bode que aparecem no filme não estavam programadas, incluindo a que ele fica de pé sobre duas patas!
  • Ah, e por último mas não menos importante, o filme inteiro foi filmado em apenas 25 dias e foi revelado que luz artificial quase não foi usada durante as produções. As cenas externas e internas quase sempre estavam com luminosidade natural. Isso é o que afirma o diretor de fotografia Jarin Blaschke.

Já assistiram A Bruxa? Caso não, pensam em assistir? Deixe sua opinião nos comentários e nos diga o que achou de saber um pouco mais sobre a produção!

Júlia Campos

Oficialmente, estudante de design e técnica de informática. Nas horas vagas, ilustradora, modelo e escritora. Sou apaixonada por jogos, gamedesign e cultura oriental no geral, as vezes até pareço ser uma Geek assumida. Fã da autora Maggie Stiefvater e amante de séries de suspense, mistério e terror (as vezes arriscando um romancezinho).