As Melhores curiosidades dos bastidores de The Big Bang Theory

A pouco menos de um mês, fomos surpreendidos com a notícia de que a 12ª temporada da aclamada série de TV americana, The Big Bang Theory, iria chegar ao fim. A decisão veio do próprio Sheldon, ou Jim Person, seu interprete. O motivo foi simples, o ator decidiu não renovar seu contrato e a emissora tomou a sabia decisão de não continuar seu programa sem seu principal e icônico personagem.

Ao todo, são 12 anos dedicados a produção, o que não é pouco. E, infelizmente para os fãs, não é incomum ver atores abandonando seus papeis depois de tanto tempo, mesmo em produções de grande sucesso. Um comunicado oficial dos responsáveis pelo trabalho foi divulgado, agradecendo a todos pelo apoio: “Somos eternamente gratos a nossos fãs pelo apoio à The Big Bang Theory durante 12 temporadas. Nós, juntamente com o elenco, escritores e equipe técnica, estamos extremamente agradecidos pelo sucesso da série e pelo objetivo de entregar uma temporada final que trará um final criativo e épico.”

Pensando nisso, trouxe para vocês algumas das melhores curiosidades que aconteceram nos bastidores de uma das mais famosas e divertidas séries dos últimos tempos.

As Melhores Curiosidades dos Bastidores de The Big Bang Theory

  • Quando Chuck Lorre imaginou a série pela primeira vez, ela era bem diferente do que conhecemos. A história inicial era uma versão adulta do que conhecemos hoje e seria mais voltada para o público americano masculino. Praticamente todo o elenco seria composto por mulheres e o protagonista da história, Sheldon, seria Missy. Missy deveria ser uma moça morena e atraente, pouco inteligente e que viria do sul do Texas. Ela moraria com uma mulher mais velha chamada Baverly, uma cientista de Nova Jersey que tinha o costume de se aproveitar de sua colega de quarto. Além disso, uma jovem chamada Penny iria viver do outro lado do corredor, dividindo quarto com uma advogada de Nova Delhi, Priya. Bom, e por que desistiram da ideia? Simples, os estúdios não gostaram e disseram pra Lorre entrar na real e fazer novamente.
  • Ainda nessa época, onde a ideia era completamente diferente, o título da série seria Lenny, Penny e Kenny.

  • A audição de Jim Parsons para o papel de Sheldon Cooper foi tão boa que os produtores tiveram que pedir para que ele refizesse o teste, só para ter certeza que não havia sido um golpe de sorte. Jim retornou como Chuck Lorre pediu e repetiu a brilhante atuação, o que rendeu para ele um lugar no elenco.
  • E, apesar de Star Trek ser um dos programas favoritos de Sheldon Cooper, Jim nunca assistiu a franquia. O mesmo acontece quando se diz respeito a Doctor Who.
  • Bernadette não teria o mesmo tom de voz que teve na produção. Em sua primeira aparição, na audição, ela falava de uma forma mais convencional. Mas, a partir do momento que sua personagem começou a ganhar força, Melissa Rauch decidiu mudar a voz de sua personagem, se inspirando na voz de sua própria mãe. A equipe adorou a ideia e pediram para ela manter essa característica na personagem.

  • O público que assiste a série durante o programa é real e são os alunos do Instituto Tecnológico da Califórnia. Outras coisas reais são os astronautas que viajam com Howard para o espaço e os cientistas convidados, como os vencedores do nobel de física, George Smoot, Brian Greene e Neil DeGrasse Tyson. E claro, a maravilhosa participação do falecido Stephen Hawking também é real.
  • Talvez você já saiba que tudo que está escrito no quadro de Sheldon é real (ou talvez não), mas você sabia que há cientistas na equipe de produção? Os responsáveis pelo programa tem a ajuda de um assessor para a ciência, chamado David Saltzberg, um doutor em ciências e astrofísico de partículas. Ele é o responsável pelo que aparece no quadro branco e escreve as frases cientificas do roteiro.

  • E você sabia que Mayim Bialik, interprete de Amy, é doutora em neurociência? Mas tanto ela quando Jim Parson tiveram que aprender a tocar instrumentos musicais para a produção da série.
  • Todos nós conhecemos Raj como um personagem tímido e que só consegue ganhar confiança para falar com mulheres depois de beber. Isso foi inspirado na vida de um dos produtores executivos do seriado, Bill Prady, que só conseguia falar com mulheres se estivesse bêbado, isso na época que trabalhava em uma empresa de eletrônicos.
  • Além disso, Soft Kitty, a música que Sheldon canta quando está doente, é uma música real. Bill Prady ouviu a canção pela primeira vez quando estava na pré-escola de sua filha e é baseada em um folk polonês do século XVII.

  • Por falar em inspirações, os nomes de Sheldon e Leonard são homenagens a um famoso produtor de TV e ator que faleceu em janeiro de 1997. Seu nome era Sheldon Leonard e ele foi o produtor executivo de The Dick Van Dyke Show e The Andy Griffith Show.
  • O episódio piloto original de The Big Bang Theory nunca foi ao ar oficialmente. Nele, Penny não aparecia, mas sim uma personagem chamada Katie, interpretada por Amanda Walsh. Confira abaixo uma cena dela!

  • Por último, a amada palavra “Bazinga”, que, inclusive, já foi usada para nomear uma especie de abelha por causa do sucesso da série, é algo que Stephen Engel, produtor e escritor do seriado, costumava dizer quando brincava com alguém. Um dia, Sheldon simplesmente decidiu usar a mesma brincadeira, que acabou se popularizando e ficando por todo o resto da série.
  • Só existe um conjunto de escadas no set e elas são usadas em todos os cenários com diferentes pisos. Basicamente, o que acontece é que toda a decoração é alterada para dar a impressão de que o lugar é outro.

The Big Bang Theory, com certeza, irá deixar saudades. Mas poderemos sempre rever o nosso amado Sheldon, isso nunca ficará sem graça. Esperamos que tenha gostado da matéria e deixe sua opinião!

Júlia Campos

Oficialmente, estudante de design e técnica de informática. Nas horas vagas, ilustradora, modelo e escritora. Sou apaixonada por jogos, gamedesign e cultura oriental no geral, as vezes até pareço ser uma Geek assumida. Fã da autora Maggie Stiefvater e amante de séries de suspense, mistério e terror (as vezes arriscando um romancezinho).